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5 doenças relacionadas à baixa qualidade da água potável

A água é uma substância essencial para a manutenção da vida e apresenta-se em diversas formas na natureza para ser consumida. No entanto, ao ser adquirida, pode não apresentar condições adequadas e, de fonte vital, se transforma, muitas vezes, em uma vilã ao transmitir uma série de doenças perigosas ao ser humano.

Por conta disso, é necessário o uso de bebedouros filtrados e inspecionados na hora de beber água. Fazendo o uso deles e tomando a devida atenção, vários agentes infecciosos são combatidos e substâncias perigosas podem ser evitadas.

Você sabe quais são essas substâncias? Conhece as medidas profiláticas (preventivas) em caso de infecção por bactérias ou vermes? Então, acompanhe o post de hoje e veja 5 doenças relacionadas à baixa qualidade da água potável e o que você deve fazer para evitá-las!

1. Doença de Chagas

Transmitida pelo barbeiro, a Doença de Chagas é um mal que ataca o coração, o fígado e o baço, causando um aumento extremo desses órgãos por conta da multiplicação do protozoário instalado.

Descoberta há pouco tempo, a transmissão via oral do agente infeccioso ocorre por meio da água mal tratada, principalmente vendida em locais sem fiscalização, já que o barbeiro defeca em locais de águas paradas e o parasita encontra-se nas fezes do inseto.

2. Esquistossomose

Popularmente conhecida como “Barriga-d’água”, a Esquistossomose é causada pela larva de um verme presente em uma espécie única de caramujo e nas fezes de um indivíduo já contaminado. Em contato com a água, os ovos desse verme eclodem e estão em vida livre procurando por um hospedeiro para se desenvolverem. Ao encontrarem, se instalam no sistema digestório humano e ali crescem, provocando o aumento da região abdominal, além de vômitos, diarreia e até mesmo cirrose. A prevenção se dá pelo saneamento básico e pelo uso de filtros ozonizadores.

3. Intoxicação por Cloro

Usado em todas as unidades de saneamento básico, o cloro é muito útil no combate à proliferação de agentes infecciosos. Porém, o que poucos sabem é que seu excesso também pode causar problemas.

A curto prazo, são comuns sintomas como diarreia, vômitos e dores de cabeça. Já a longo prazo, há o perigo de afetar órgãos respiratórios e de provocar câncer de bexiga. Sua concentração ideal pode ser alcançada pelo uso de filtros corretamente instalados.

4. Cisticercose

Muito conhecida pela população, a tênia (solitária), apresenta-se em fase adulta no intestino e é muito difícil de ser retirada. Pior ainda são seus ovos, ingeridos através de águas contaminadas.

Ao chegarem no organismo humano, os ovos eclodem e liberam os chamados cisticercos, larvas que podem caminhar pela corrente sanguínea e atingirem órgãos vitais, como o cérebro, causando a neurocisticercose, a fase mais grave da doença. Mais uma vez, o uso de filtros ozonizadores podem eliminar o parasita da água e proporcionar uma água potável totalmente segura.

5. Intoxicação por chumbo

Por ser praticamente insolúvel no sangue e não ser sintetizado no organismo, o chumbo é extremamente perigoso ao ser ingerido junto à água, causando tumores no sistema nervoso, gerando convulsões, alucinações e paralisias.

O chumbo presente na água pode ser resultado de um descaso em atividades mineradoras próximas a rios de água potável ou lençóis freáticos, contaminando todo o setor de abastecimento de uma população, por exemplo.

Dicas para uma melhor qualidade da água

Dificilmente é possível averiguar se os métodos de captação e armazenagem da água são feitas de maneira adequada e não estão propícias para o aparecimento de vermes, bactérias ou produtos químicos. Por conta disso, a sugestão é fazer aquilo que está ao seu alcance. Em caso de empresas ou escolas, o uso de bebedouros industriais são essenciais para a manutenção da água potável, enquanto que no ambiente doméstico, o bebedouro comum já pode dar conta do recado, evitando uma contaminação indesejada e garantindo um sabor agradável à água.

São várias as doenças que podem ser transmitidas por meio da água e, muitas vezes, as medidas preventivas, por mais que sejam colocadas em prática com precisão, não são suficientes, sendo necessário o uso da tecnologia presente na filtração dos bebedouros para elevar a qualidade de água potável disponível.

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