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Cloro na água: afinal, faz bem ou mal à saúde?

Por mais que a implementação de cloro na água seja conhecida, existem algumas dúvidas e confusões a respeito dos benefícios que a adição desse elemento poderia provocar, principalmente quanto a saúde, e, mais especificamente, para beber.

É verdade que em grandes quantidades o cloro pode causar enormes danos à saúde, e pede por uma filtração de acordo com os níveis aceitáveis. Por outro lado, a presença dele também pode previnir o organismo de algumas doenças. O que vamos deixar claro neste post é o quanto de cloro é aceitável, e qual bebedouro é mais adequado para uso. Continue lendo!

Como funciona a implementação de cloro na água?

Toda a água que corre pelos sistemas de tubulação antes é tratada em instalações próprias. Nesse processo, a água é coagulada, decantada, filtrada, e, aí sim, desinfectada, em uma quantidade de cloro suficiente para o uso regular, como limpeza de materiais sujos e banho, por exemplo.

No processo de desinfecção da água, o cloro adicionado protege tanto pessoas como alimentos de bactérias que podem vir na água e que, por algum motivo passaram pelos outros processos. O nível de cloro é definido pelo Ministério da Saúde, tornando seu uso adequado para vários aspectos — menos para beber, conforme veremos adiante.

Cloro em excesso faz mal?

Embora haja um padrão nas estações de tratamento, a presença de cloro na água pode variar de acordo com os usos que ela possui. Por exemplo, o volume de cloro presente na água sanitária é muito maior do que o recomendado para usos que não sejam de limpeza (25 a 50 g/L), enquanto que, para a limpeza de vegetais, ele não costuma passar de 4 mg/L.

De todos os casos citados acima, nenhum deles serve água efetivamente potável. Os níveis aceitáveis de cloro na água para que seja ingerida é de 0,4 mg/L, o que não ocorre atualmente. E é neste aspecto que os filtros fazem toda a diferença.

A presença excessiva de cloro no organismo pode levar a problemas relacionados a tireoide, além de afetar diretamente o sistema nervoso, o fígado e os rins. A longo prazo, pode até mesmo levar a um câncer, se o uso não for interrompido.

Como utilizar o filtro corretamente para reduzir o cloro?

Os filtros tem um papel muito importante na redução dos níveis de cloro na água tratada. E, nesses casos, o mais importante é que eles não retirem por completo o cloro: uma vez que ainda protegem o organismo de outras bactérias, a remoção do cloro pode ser ainda mais perigosa.

Dessa forma, e principalmente em grandes locais, como escolas, prédios e grandes instalações, os filtros para bebedouros são os de pressão com carvão ativado. Por estarem conectados diretamente com as estações de tratamento, eles conseguem regular a filtragem com muito mais facilidade, e sua vida útil é ainda superior a média, durando seis meses.

Com o uso correto do bebedouro, sem recorrer a estratégias caseiras — que, muitas vezes, podem ser mais prejudiciais à saúde — você evita que o cloro na água se torne perigoso. E, melhor ainda, torna seu ambiente de trabalho muito mais agradável!